Liberty Boulevard & Colina Park: de quem é a culpa?

Posted on 27 de novembro de 2013

0


Existe um grupelho que tenta de diversas formas confundir os cooperados. Infelizmente, ainda existem cooperados que caem no “canto de Ossanha”. Este “canto” tem como única função atrasar, ou mesmo impedir acordos que favorecem os cooperados.

Na verdade, este grupelho estimula a continuidade de ações judiciais intermináveis contra a Bancoop. Capitaneado por advogados e seu paqueiro (aquele que recebe comissões para incitar a continuidade das ações e angariar clientes), o grupelho não quer ver sua fonte de renda secar. A conclusão é simples. Se forem realizados acordos, deixam de existir ações. Se deixam de existir ações, a fonte de recursos (honorários) seca.

Uma artimanha deste grupelho é dizer que se os cooperados assinarem qualquer documento com a Bancoop, ou com construtoras, eles vão “perder os direitos”. Fazem isso apenas para impedir que acordos firmados se concretizem. Entendam como truque funciona o truque destes aproveitadores.

COMO FUNCIONAM OS ACORDOS

Os acordos são realizados de forma clara e com diversas aprovações pelos cooperados. Vejam:

a)      Os cooperados de cada empreendimento criam uma comissão para dialogar com a Bancoop e encontrar uma solução viável – o grupelho faz de tudo para evitar o diálogo e a criação destas comissões;

b)      Encontrada a solução, a comissão chama uma assembleia da associação/condomínio para deliberar sobre a aprovação ou não do acordo – mais uma vez, o grupelho faz de tudo para que não se aprove a proposta encontrada pela comissão e debatida com os demais cooperados;

c)       Se a solução apresentada pela comissão é aprovada na assembleia dos cooperados, a comissão comunica a decisão à cooperativa, que convoca uma Assembleia Seccional dos cooperados – Novamente, o grupelho faz de tudo para que a assembleia não seja realizada, se for realizada, para que a proposta não seja aprovada e, se for aprovada, para anular a assembleia;

d)      Como a cooperativa quer que o acordo seja realmente uma opção aprovada pela maioria e que haja viabilidade para a conclusão das obras e a entrega das escrituras aos cooperados, exige-se um mínimo de 90% de adesões individuais, com assinatura nos termos do acordo – é aí que o grupelho entra e prega que não se assine nenhum documento. Alega que os cooperados perderão direitos caso assinem tais documentos.

O EFEITO COLATERAL

Com isso, o grupelho, quando não impede, atrapalha o processo. Os prejudicados são os cooperados, que não veem a solução para seus problemas. O grupelho coloca a culpa na Bancoop. Vejam:

No Colina Park o grupelho conseguiu, via judicial, melar o acordo. Entraram com uma ação pedindo a anulação da assembleia, alegando que não puderam participar das decisões (mentira, perderam a decisão no voto, dentro do próprio condomínio). O juiz, enganado, concedeu uma liminar anulando a assembleia. As adesões individuais foram interrompidas.

Quando descobriu a verdade, a Justiça derrubou a liminar. Mas, isso levou bastante tempo para acontecer. Aí, já era tarde. Havia se esgotado o tempo estipulado nos termos de acordo para que o mesmo se efetivasse e, como não se pôde fazer as adesões individuais, devido à liminar de anulação da assembleia, não havia adesões individuais suficientes para que houvesse viabilidade econômica.

Ou seja, a “culpa” de as obras não ter sido reiniciada é do grupelho e não da construtora, ou da Bancoop.

No Liberty, o grupelho também tentou anular a assembleia, mas não conseguiu. Entretanto, conseguiu fazer com que as adesões individuais ocorressem lentamente. Isso atrapalhou o andamento dos procedimentos necessários previstos nos termos do acordo. As obras não puderam ser iniciadas até que houvesse adesões suficientes para garantir a viabilidade de o empreendimento ser concluído. A lentidão gerou problemas, inclusive, nas negociações entre terceiros envolvidos no acordo (construtora e dona do terreno).  As informações são de que a incorporação imobiliária está para sair e, com isso, as obras devem recomeçar juntamente com o início de 2014.

Ou seja, mais uma vez a culpa foi do grupelho.

Com os problemas criados, eles “pagam de bom moços” e colocam a culpa na Bancoop e em quem assume os empreendimentos. Com a maior cara de pau, se apresentam aos cooperados e falam “Tá vendo, falei para não fazer acordo com a cooperativa, que ela não ia cumprir!” O pior de tudo é que tem gente que ainda acredita.

Anúncios