O PIG e a prática da mentira

Posted on 22 de outubro de 2013

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Partido da Imprensa GolpistaNo texto “No escuro e a seco”, publicado no dia 20 de outubro, a ombudsman da Folha de S. Paulo mostra claramente como a imprensa atua quando tem o objetivo de prejudicar uma das partes envolvidas no fato noticiado.

Segundo a coluna da ombudsman, “a Folha acusou a presidente Dilma de entregar casas sem água nem luz no interior da Bahia”. Mas, “bastava ler o ‘outro lado’ para concluir que a acusação não fazia sentido.

O Ministério das Cidades explicou que as casas foram entregues com instalações elétricas e hidráulicas e que cabia ao beneficiário do programa pedir a ligação dos serviços às empresas de distribuição do Estado”.

Mais do que isso, os casos relatados não mostravam que havia exagero no tempo de “entrega dos serviços”, após estes serem solicitados. Somente uma dona de casa esperava a instalação de luz três dias a mais que o prazo dado pela companhia elétrica – que era de cinco dias.

Como bem esclareceu a coluna, diante das explicações dadas pelo governo e pelas concessionárias de serviços estaduais, a Folha deveria ter derrubado a pauta e não manipulado a informação a fim de prejudicar o governo federal.

No entanto, a Folha, mais uma vez e como sempre, praticou um mau jornalismo. Como bem observou a ombudsman, “não adianta registrar burocraticamente o ‘outro lado’, como prega o ‘Manual da Redação’, mas insistir numa acusação vazia”. Isso é um crime contra o jornalismo que tem compromisso com a verdade, procurando ser imparcial e avaliando bem os fatos antes de atacar quaisquer dos lados envolvidos – ao menos deveria ser assim em redações que se prezem.

Não apenas a Folha, mas a chamada “Grande Imprensa” como um todo faz de tudo para fornecer “matéria-prima para os programas eleitorais de 2014”. Principalmente se a munição for para a oposição ao governo federal.

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