O “conto do vigário”

Posted on 10 de julho de 2013

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Todo mundo sabe que o “fórum”/grupelho se beneficiou com a criação de associações. O único objetivo era encher os bolsos de advogados e seus comissionados. Bastava barrar a continuidade das obras pela Bancoop no sistema cooperativista a preço de custo.

Hoje, os cooperados veem como era melhor ter aceitado pagar o rateio de reforço de caixa. Todo mundo já estaria com suas casas e apartamentos. E mais, com a escritura nas mãos.

Por isso, a maioria das associações se libertou dos sanguessugas. Estão realizando acordos com a cooperativa. Os empreendimentos estão sendo concluídos.

As ações judiciais não levaram a nada. Agora, o “fórum”, que incentivava as associações, prega o individualismo. “Não assine nenhum acordo! Mova seu processo individual!” é o lema atual. QUER CONTINUAR ENCHENDO OS BOLSOS À CUSTA DOS COOPERADOS.

Grupelho pra direita

CONTO DO VIGÁRIO

Há quem ainda caia no “conto do vigário”. Além de não ver a coisa ser solucionada, gasta dinheiro com aproveitadores e vê o tempo passar em vão.

Um exemplo é o Anália Franco. Um grupo de cooperados daquela seccional INVESTIU TEMPO E DINHEIRO EM PROMESSAS “MÁGICAS”. A AÇÃO, que já estava em Segunda Instância, VOLTOU À ESTACA ZERO. A Justiça disse o que a Bancoop dizia desde 2006: “A SOLUÇÃO TEM QUE SER COLETIVA”.

O principal alvo do ganancioso “FÓRUM”/grupelho são os cooperados que já receberam suas unidades. É lógico, APRESENTA UMA “POÇÃO MÁGICA”. Promete fazer com que as construtoras que estão assumindo deem a quitação e entreguem as escrituras aos cooperados sem que estes tenham que pagar mais nada. No Anália Franco vimos onde vai parar a “mágica” do “forum”/grupelho.

NÃO ACREDITE EM “SOLUÇÕES MÁGICAS”. Elas não trazem a verdadeira solução.

  • Perpetuam a insegurança;
  • Quem mora precisa conviver com invasões no condomínio;
  • Acesso de drogados e criminosos nas áreas em obras;
  • Vivem sob risco de verem suas casas e apartamentos, que continuam em nome da Bancoop, serem leiloados;
  • Além disso, não podem usufruir de piscinas e outras áreas de lazer que não foram concluídas;
  • E seus imóveis não têm o devido valor de mercado.

Quem ainda espera sua unidade ser construída, ou ter seu dinheiro devolvido, fica com o sentimento de estar com seus recursos emperrados. Não têm onde morar. Tampouco podem investir seu dinheiro em outro negócio.

A JUSTIÇA JÁ CONFIRMOU. A SOLUÇÃO TEM QUE SER COLETIVA!

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