Menino birrento do Anália Franco

Posted on 30 de maio de 2013

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O advogado dos membros do grupelho no Anália Franco parece menino birrento. Não admite que perdeu a disputa. Está deitado no chão e esperneando.

O advogado dos membros do grupelho no Anália Franco parece menino birrento.
Não admite que perdeu a disputa. Está deitado no chão e esperneando.

Tempos atrás, quando a Bancoop informou que o Tribunal de Justiça (TJ) havia anulado a decisão de primeira instância, que determinava a entrega das escrituras aos cooperados das torres concluídas, ele fez manha. Mandou um e-mail dizendo que não era nada daquilo. Disse que a cooperativa estava distorcendo as informações e ele continuaria os procedimentos para promover a outorga das escrituras.

Para provar que não estamos distorcendo informações, vamos reproduzir as palavras do e-mail dele:

“… a sentença proferida nos autos do processo 158529/2006, permanece firme, intocada, tanto assim que estamos dando seguimento ao procedimento de execução.”

A birra do “menino” serviu apenas para que o TJ, para facilitar o entendimento, emitisse outra decisão complementando e esclarecendo a anterior. A decisão atual diz que conceder o direito de outorga da escritura aos cooperados que têm a posse precária das unidades, sem cobrar o preço de custo das unidades, prejudica o interesse do conjunto dos cooperados, uma vez que impede a conclusão do empreendimento.

Novamente o birrento está desgostoso de uma decisão judicial. Mandou não um, e sim dois e-mails para manifestar sua birra: “Eu não perdi, eu não perdi!”.

Em uma destas mensagens, utiliza a decisão de primeira instância em um processo individual para tentar dizer que a decisão do grupo está a salvo, ludibriando os cooperados. Tenta fazer com que estes acreditem que a clara decisão judicial na ação conjunta por ele patrocinada, na qual o desembargador afirma que se os cooperados não pagarem o rateio do preço de custo da unidade não têm direito à escritura, ou seja, não têm direito à unidade, não é bem assim.

Segundo ele, “o Juiz apenas suspendeu a escrituração por questão de praxe”.

E depois fala que é a Bancoop quem margeia a verdade, que o boletim da cooperativa distorce as informações. Será mesmo que quem margeia a verdade e distorce as informações é a cooperativa?

Esse comportamento nos permite a chegar numa conclusão: ou isso é birra mesmo, ou artifício para manter sua fonte de renda. Faria sentido tal comportamento, pra simular aos grupelho que a Bancoop vem perdendo as ações, estimulando assim um maior número de “aderentes” às suas jornadas nos tribunais. Siga a lógica: cooperados enganados; mais aderentes; mais dinheiro no bolso dele e do grupelho.

Mas coloque na ponta do lápis o quanto já se pagou para manter essa ação. Você está engordando o bolso dele (e do “cara” que recebe comissões para incitar a manutenção das ações). Em contrapartida, seu imóvel, num empreendimento inacabado, não valoriza o quanto poderia ser valorizado. Pense bem!

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