Massacre jurídico da Bancoop é ampliado

Posted on 12 de março de 2013

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Cada dia que passa mais apertado fica o cerco pro pessoal do grupelho. A larga vantagem da Bancoop aumenta não só no cotidiano (quando cooperados resolvem seus problemas ao invés de aderir às empreitadas pseudo-jurídicas), mas também nos tribunais. Não raro no QG deles surgem mensagens para informar que as vitórias da Bancoop não são legítimas, entre outras inverdades.

O “departamento de agitação ‘jurídico’” do grupelho desesperadamente vomita textos recheados de dados duvidosos sobre a sua épica via-crúcis pelos tribunais, que mantém o ganha-pão dos que desejam fazer mal uso do Judiciário. Engana-se quem acha que isso vai continuar por muito tempo.

Para se ter uma ideia das tramóias utilizadas pelo grupelho para incitar cooperados, o “jurídico” do grupelho mandou um e-mail na semana passada pelo tentando explicar anulação da decisão de Primeira Instância que havia determinado a escrituração das unidades no Anália Franco, um empreendimento que sequer está concluído e, por isso, não está averbado. Será que o cara pensa que os cooperados não sabem ler o que diz o Acórdão.

Email do jurídico

NÚMEROS INFLADOS

A maioria das ações que o cara que recebe comissões para incitar a manutenção de ações judiciais alega que a Bancoop perdeu é embargos de declaração – o que não põe fim ao processo, não decide seu mérito e, o principal, não resolve a vida do cooperado. Se juntarmos com outras decisões que não julgam o mérito, o montante fica ainda maior. São números para impressionar e ludibriar os cooperados; nada além disso.

Já comentamos aqui sobre a decisão do Colina Park (clique aqui e leia na íntegra), que deu à vitória à Bancoop. Sentenças desse teor tendem a se tornar jurisprudência, isso porque o procedimento da cooperativa tem sido o mesmo em diversas situações: somente ratificar o que os cooperados decidem, por vontade própria, em assembleia. Transparência total. Vontade de resolver os problemas, de AMBAS as partes, e não de arrastá-los pelas cortes do Direito por anos a fio.

Diante de tantos acordos, cada vez é menor o número de cooperados que quer brigar ao invés de resolver. O grupelho também está sentindo a marretada do Judiciário. É por isso que está tão preocupado, tentando justificar o injustificável para que a fonte de recursos que os sustenta não seque. Será que eles sabem fazer outra coisa além de incitar brigas?

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