Grupelho toma duas pauladas

Posted on 17 de janeiro de 2013

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Os grupelhos do Colina Park e do Anália Franco receberam duas pauladas da Justiça como presente de Natal.

O grupelho do Colina Park, derrotado nas assembleias da Associação (criada por eles mesmos) e Seccional, solicitava a anulação das mesmas. Mais do que dar ganho de causa à Bancoop, a Justiça negou provimento sobre os pleitos do grupelho, determinando que a ação é improcedente. A Bancoop publicou um texto sobre a decisão em seu site, mas a mesma pode ser lida no site do Tribunal de Justiça.

A paulada mais doída, porém, foi no grupelho do Anália Franco. Eles cantavam de galo dizendo que a Bancoop tinha que lhes dar escrituras, pouco se importando com quem ainda não recebeu seus apartamentos. Quebraram a cara! A Justiça anulou a decisão que beneficiava o grupelho e prejudicava os demais. A decisão pode ser lida no site do TJ.

Fique esperto! Quem prega a manutenção das ações judiciais contra a Bancoop omite decisões judiciais importantes como essas, sustentando que a Bancoop perde todas na Justiça. Tem gente que quer apenas lucrar com a manutenção das ações. E claro, quem ajuda a manter as ações recebe comissões por isso. Somente quem perde com essas ações intermináveis são os cooperados, que já pagaram valores absurdos aos advogados, mas não viram nada se resolver. Se tivéssemos aceitado a proposta inicial da Bancoop já estaríamos com nossas unidades, com as escrituras definitivas em mãos e ainda não teríamos gastado tanto com advogados como gastamos.

Tem também aqueles que dizem querer ajudar os cooperados. Esses caras querem ver o circo pegar fogo! Não querem ajudar os cooperados. Querem apenas prejudicar a Bancoop para atingir indiretamente o PT e obter vantagens políticas.

Leia abaixo, alguns trechos da decisão. Seguindo cada frase, uma explicação com uma linguagem menos técnica:

“A pretensão inicial NÃO MERECE PROSPERAR”
Os pedidos dos autores não devem ir à frente.

“Infere-se dos autos a pretensão inicial dos autores quanto ao pedido de anulação de Assembleia Extraordinária realizada em 18.10.2011 com fundamento em vício formal de convocação”.
Do pedido dos autores, vê-se que eles pedem anulação da assembleia alegando que não foram seguidos os requisitos legais de convocação.

“A ré (Bancoop) (…) fez juntar aos autos documentos comprobatórios suficientes para dar o embasamento de legalidade necessário à realização da Assembleia Extraordinária”.
A Bancoop, ao contrário do que alegam os autores, comprovou, com documentos, que seguiu todos os requisitos legais para realizar a Assembleia.

“(…) Por segundo, quanto ao pedido de anulação da Assembleia com fundamento em vício de conteúdo, este também não merece prosperar.”
Em relação ao pedido de anulação da Assembleia com base na alegação de haver ilegalidade do conteúdo discutido durante a mesma, esse também não merece ser atendido – uma vez que o aviso de sua realização foi cumprido dentro dos rigores da lei, haviam cooperados suficientes para aprovar legitimamente o que lá foi decido.

“Ante o exposto, julgo a ação IMPROCEDENTE”.
Por tudo que foi explicado, nego os pedidos dos autores.

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