“Faça o que eu digo. Não faça o que e faço”

Posted on 23 de outubro de 2012

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As assembleias de incorporação tem dado o que falar. Muitas baboseiras estão sendo disseminadas para contaminar os cooperados que desejam a conclusão da obra de seus imóveis. Tanto as assembleias quanto as reuniões técnicas ocorreram com ampla participação dos cooperados. A efetiva participação comprova que as medidas adotadas pela cooperativa são bem vindas. Porém, já começaram as distorções e contradições sobre os procedimentos das assembleias e reuniões.

Qualquer cooperado tem acesso livre para participar das reuniões. A única restrição se resume a ser cooperado do empreendimento. As reuniões técnicas servem para o saneamento das dúvidas sobre as questões técnicas e práticas sobre a incorporação imobiliária. Ainda que seja ampla a participação dos cooperados, existem pessoas que insistem em tumultuar as coisas. Agora, o mesmo grupelho que tempos atrás se recusou a seguir as determinações do Termo de Adesão – não quiseram em hipótese alguma efetuar o pagamento do rateio – alega que a BANCOOP se negou a protocolar “documentos” nas assembleias e reuniões técnicas, e, que as mesmas não possuem validade. Ora, todos nós sabemos que a entrega de quaisquer documentos deve ser feita na sede da cooperativa e não em reuniões que não possuem estrutura para isso. Não me recordo de ter visto ninguém entregando documento algum em reunião ou assembleia.

A gente sabe também que a BANCOP cumpriu à risca as determinações do Edital de Convocação. As decisões ocorridas nas assembleias são resultado do desejo e consenso da maioria dos cooperados que nelas compareceram. Sobre respeito ao Termo de Adesão, é isso que a gente busca e que a Bancoop sempre pediu.

Falta apenas entender por que até agora os tais “reclamantes” não pagaram o rateio previsto no Termo de Adesão?

É o tal “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”.

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