Bancoop realiza assembleias de incorporação

Posted on 9 de outubro de 2012

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Nos dias 5 e 6 de outubro, com a realização de Assembleias nas seccionais Villas da Penha, Bela Cintra, Vila Inglesa e Torres da Mooca, a BANCOOP cumpriu a Cláusula Primeira do Acordo Judicial celebrado com o MP. Como as demais cláusulas já haviam sido cumpridas, a totalidade do acordo foi cumprida.

Os cooperados recusaram a proposta de incorporação imobiliária e, à exceção do Vila Inglesa, elegeram seus representantes para integrar os Conselhos Fiscais e de Obras para buscar uma solução para seus empreendimentos. A BANCOOP vai passar as informações de cada empreendimento aos membros dos conselhos e, eles terão um prazo de 60 dias para apresentar propostas aos demais cooperados.

Antes das assembleias foram realizadas reuniões técnicas para esclarecimento de questões técnicas e práticas sobre a incorporação imobiliária, bem como debate sobre alternativas para a conclusão das obras dos empreendimentos.

Para acabar com a especulação

Todos os cooperados puderam participar das reuniões e dos debates realizados antes das assembleias. Eles deliberaram sobre os assuntos que seriam tratados nas assembleias, que apenas formalizaram as decisões dos cooperados.

O conjunto de cooperados presente pôde ver que não havia nenhum problema em participar da reunião e da assembleia. Agora já não dá mais para tentar colocar medo nos cooperados para evitar que eles busquem esclarecimentos sobre a cooperativa e seus empreendimentos. Todos já viram que a intenção da Bancoop é unir forças para buscar a solução.

Preço de custo X Preço fechado

Quem ganhava com a falta de esclarecimento dos cooperados não vai mais ganhar. Sabemos que existe um cara que não faz nada da vida a não ser incitar intrigas contra a Bancoop. Recebe comissão sobre os honorários pagos pelos cooperados aos advogados.

Há quem tente distorcer a informação, mas o fato é que, ainda em 2006, a Bancoop apresentou uma proposta de continuidade das obras pelo preço de custo aos cooperados dos empreendimentos que ainda tinham unidades a serem entregues.

Naquela época, um grupelho nos convenceu a não pagar nada para a cooperativa. Esse grupelho fez com que perdêssemos a confiança na instituição. Por isso, não aceitamos a proposta de continuidade das obras pela própria cooperativa no sistema de preço de custo. Queríamos que construtoras, e não a Bancoop, continuassem as obras.

A Bancoop topou a proposta. Nos demos mal. Se tivéssemos aceitado, é bem possível que todos estivéssemos em nossas casas ou apartamentos e teríamos pagado bem menos do que agora teremos que pagar à construtora que assumir o empreendimento. É a vida! Foi nossa opção.

Agora, o mesmo cara, que comanda o grupelho que nos incitou a não aceitar a proposta inicial da Bancoop, diz que os empreendimentos não podem ser transferidos para construtoras, pois isso gera novos custos. Mas, em momento algum, ele faz qualquer menção que o pedido para que as obras fossem transferidas para construtoras partiu de nós, cooperados (incitados por esse grupelho, é bem verdade).

Ou seja, quando a Bancoop fez a proposta de continuidade das obras a preço de custo, não aceitamos. Queríamos que a Bancoop assumisse o preço estipulado no Termo de Adesão, como se o regime fosse preço fechado. Agora, quando ela aceitou nosso desejo de transferir o empreendimento, seja para uma construtora, seja para uma comissão de obras, dizem que a Bancoop não pode fazer isso pois haverá alteração do regime de preço de custo para preço fechado?

Aconchego dos lares

Para finalizar, é preciso falar, ainda, que esse cara e seu grupelho já estão em posse de suas unidades. Do aconchego de seus lares, eles nos incitam a não aceitar acordos com a Bancoop. Acordos esses que propiciarão a entrega de nossas casas.

O que esse grupelho quer é tumultuar as negociações, atrapalhar nossa vida, ganhar em cima da gente e, principalmente, não pagar o preço de custo que lhes é cobrado. Lembrando ainda que os recursos dos empreendimentos concluídos deveriam ajudar a concluir os nossos empreendimentos, que ainda estão inacabados.

Se até o Conselho Nacional de Justiça diz que a conciliação é a forma mais rápida de solucionar os problemas, quem é esse cara para nos dizer o contrário?

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