Só falta chamar a Regina Duarte

Posted on 4 de setembro de 2012

0


Além do “cara do contra” que trabalha com o intuito de conseguir e manter clientes para os advogados que sobrevivem de comissões de ações indevidas movidas contra a BANCOOP, deve existir um profissional de marketing que tem usado e abusado da tática do medo. Não querem que os cooperados façam acordo com a BANCOOP. Tem um e-mail pavoroso circulando por aí!

Não caia na tática do medo

Não acredite em alertas mentirosos que pessoas de má fé tem feito. Os argumentos usados além de inverídicos são descabidos.

As comissões/ associações formadas por cooperados visam buscar  solução para os empreendimentos. Os acordos são feitos sempre por meio de votações. Sendo assim, a opção por determinado acordo se dá conforme o desejo manifestado pela maioria dos cooperados. Entretanto, nem mesmo diante do desejo da maioria dos cooperados, o grupelho desiste das investidas contra a tratativa de acordos. O Anália Franco é um exemplo – Em duas ocasiões, a associação de cooperados deste empreendimento aprovou o pagamento do aporte para reforço de caixa e consequente continuidade das obras. Mas, o grupelho passou por cima da vontade da maioria dos cooperados e entrou com uma ação judicial para não efetuarem o pagamento e, para desta forma, tentar inviabilizar o acordo e impedir que a BANCOOP concluísse as obras.

Citamos o empreendimento do Jardim Anália Franco porque a mesma tática do medo que tentaram aplicar lá, aplicam agora no empreendimento Vila Clementino. Alegam que os cooperados não devem aceitar as decisões das comissões, pois, segundo o grupelho, elas não possuem legitimidade, sendo que elas são formadas pelos próprios (maioria) cooperados e seus critérios.

Há ainda a falácia de que BANCOOP é inadimplente do empreendimento Vila Clementino. Nava mentira. Conforme qualquer pode verificar no site da cooperativa, lá está disponível a demonstração da necessidade de cobrança a título de reforço de caixa ou apuração final. Sendo assim, a BANCOOP cumpre a sexta cláusula do acordo firmado com o MP e fica autorizada a efetuar a cobrança, conforme já autorizou a Justiça. Não procede e não existe esta história que a cooperativa vai transformar o cooperado “credor” em “devedor”, ou tampouco despejar os moradores de seus imóveis.

Sobre a escrituração dos imóveis, todos podem solicitá-la, desde que estejam em dia com suas obrigações com a cooperativa.

Anúncios