Promotora tucana é derrotada em 2ª Instância

Posted on 31 de julho de 2012

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Não está fácil a vida da promotora Karyna Mori. Se em junho a promotora viu a Justiça negar seu pedido liminar de intervenção na BANCOOP, agora, no final de julho, ela terá de digerir a nova decisão da Justiça que, em Segunda Instância, deu linha ao seu Agravo de Instrumento.

Para entender melhor o caso temos que fazer uma releitura rápida dos acontecimentos:

  • Karyna Mori havia entrado com pedido de intervenção liminar no dia 22 de junho. No mesmo pedido ela solicitava o afastamento imediato da atual diretoria, alegando ligação que os diretores são filiados ao PT e têm relações com o Sindicato dos Bancários.
  • A promotora, como verificamos em seu perfil do Twitter, é declaradamente PSDBista.A Justiça, no dia 26 de junho, em Primeira Instância, indeferiu o pedido de intervenção na cooperativa. A Justificativa foi clara: “(…) não existe prova inequívoca de prática de atos fraudulentos por parte da atual diretoria da BANCOOP (…) não sendo suficiente, para a adoção das medidas drásticas pleiteadas, a demonstração de suposta ligação dos atuais diretores com o Sindicato dos Bancários ou seus antecessores (…) Por tais razões, INDEFIRO a liminar pleiteada”.
  • Mas, agindo de má fé, Karyna Mori entrou com recurso contra a decisão da Justiça e, sem critério algum, distribuiu o Agravo de Instrumento (recurso contra a decisão da Justiça que indeferiu a intervenção) aleatoriamente, sendo que a 10ª Câmara de Direito Privado já tinha discutido a questão.
  • Agora, em Segunda Instância, o desembargador Donegá Dorandini negou novamente o pedido liminar de Karyna Mori e determinou que a 10ª Câmara de Direito Privado julgue o caso.

E a mesma Câmara que julgará o caso, foi a responsável pela validação do Acordo Judicial celebrado entre a BANCOOP e o Ministério Público. O advogado da BANCOOP Pedro Serrano, explicou que a decisão da Justiça comprova que os desembargadores estão atentos ao caso, que tem sua propositura atendida na Ação Civil Pública que tramita na 37ª Vara Cível do Fórum João Mendes.

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