Saint Philippe – As mentiras continuam

Posted on 11 de julho de 2012

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Mesmo após as decisões judiciais favoráveis à BANCOOP, o grupelho de cooperados insiste em usar mentiras para tentar inviabilizar as tratativas de acordos feitos entre a cooperativa e os cooperados, orientando-os a acionar a Justiça. É a velha forma de angariar recursos para os advogados que vivem de ações movidas contra a BANCOOP. E tem um cara que não trabalha, fica apenas aliciando cooperados a manterem ações judiciais contra a cooperativa para ganhar comissões de advogados.

Em meados de maio, a cooperativa promoveu uma campanha de negociações com os cooperados do Saint Phillipe. A medida, que buscava diálogo e dava descontos aos cooperados interessados em quitar suas pendências, foi feita após a Justiça validar a cláusula de apuração final, que mantém a possibilidade da BANCOOP fazer a cobrança do rateio. A decisão foi fruto da ação movida pela Associação dos Adquirentes do empreendimento. Os valores cobrados podem ser verificados no site da cooperativa, que explica de forma simples e detalhada os procedimento adotados para apuração dos custos, indicam a necessidade do valor adicional cobrado. Esta demonstração refere-se à sexta cláusula do acordo firmado com o MP que está sendo cumprida pela BANCOOP.

Entretanto, o cara que ganha comissões dos advogados, orienta, erradamente, os cooperados a acionar a Justiça e não buscar o acordo com possibilidades de descontos oferecidos pela BANCOOP. Contrariando o que diz a Justiça, o cara que vive de comissões diz a cobrança não pode ser efetuada, apenas para alimentar nos cooperados a esperança de que não precisarão pagar nada. Houve também o pedido para aguardar a suposta intervenção na cooperativa, cuja liminar para intervenção foi negada pela Justiça. Abaixo, as decisões judiciais verídicas que envolvem a cooperativa:

  • A Justiça rejeitou o pedido liminar de intervenção na BANCOOP.
  • A Justiça homologou em caráter definitivo o acordo celebrado entre a cooperativa e o Ministério Público de São Paulo.
  • A Justiça considerou válida a cláusula da apuração final e AUTORIZOU a BANCOOP a efetuar a cobrança do rateio, não cabendo mais recurso para a decisão. A cobrança está estipulada no Termo de Adesão e Compromisso de Participação.

Não houve cobrança arbitrária dos valores adicionais. Mesmo autorizada a fazer a cobrança, a cooperativa optou pela busca de diálogo com os cooperados, que entenderam que o acordo é o melhor caminho para resolução das pendências. A campanha de negociação teve expressiva adesão. A cooperativa, conforme a situação de cada cooperado concedeu descontos nas negociações feitas: 40% de desconto no saldo devedor e até 100% de abatimento nos juros e multa sobre o valor do rateio.

Como já foi dito, a cobrança é devida e autorizada pela Justiça. Não cabe mais recurso para esta ação, conforme determinação da Justiça. Vale lembrar, que o pedido de intervenção que foi negado em decisão judicial, não interfere em nada nas negociações.

Incitações para propor ações contra a cooperativa são criminosas e de má fé. Não caia em golpes e lembre-se que a BANCOOP está aberta ao diálogo e que negociações ainda podem ser feitas.

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