Muleta política?

Posted on 4 de julho de 2012

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Há aqueles que não se atentam para a questão principal que envolve a BANCOOP –
os cooperados, e que, de tempos em tempos (em anos de eleição), ressuscitam o caso
usando muito sensacionalismo. De toda forma, tentam inverter os papéis dizendo que a
BANCOOP tenta fugir das “acusações” usando a política como muleta.

Os desdobramentos do pedido de intervenção mostram bem que não é a cooperativa que
usa a política como muleta. No último dia 22 de julho, a promotora de Justiça Karina
Mori pediu liminarmente a intervenção na cooperativa. Dias depois, em 26 de julho,
a Justiça indeferiu o pedido de intervenção. A decisão da 4ª Vara Cível foi baseada
na inexistência de provas da prática de atos fraudulentos por parte da atual diretoria
da BANCOOP. A Justiça reconheceu também que já existe outra ação proposta pelo
próprio MP que trata da mesma acusação. Vale ainda lembrar, que, em março deste ano,
a Justiça homologou em caráter definitivo o acordo celebrado entre a cooperativa e o
Ministério Público. Em resumo, é isso. Mas, há aqueles que preferem falar da questão
abordando outros temas e criando relações partidárias entre os dirigentes da cooperativa
com o PT.

A promotora Karyna Mori usou como argumento os “supostos” vínculos partidários,
ou com entidades sindicais dos dirigentes da cooperativa para justificar a continuidade
de “práticas achacantes” dentro da cooperativa. Se houvesse práticas achacantes
a Justiça não teria validado o acordo com o MP e entendido que as práticas
administrativas adotadas resolvem os problemas dos cooperados. O esforço é tão
grande para se promover relações, que Karyna Mori afirmou que Vagner de Castro é
presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo e de Santo André. A promotora
finge ignorar que a legislação não permite que uma pessoa ocupe dois cargos de direção
em entidades sindicais num mesmo período, ou, para justificar suas ações, Karyna usa
fatos mentirosos? Se não é má-fé é ignorância. De uma forma ou de outra, tal acusação
deve ser desconsiderada, não é mesmo? Sem falar que não perdem a chance de citar os
nomes de João Vaccari Neto e Ricardo Berzoini. Lembremos que até hoje o promotor
de Justiça José Carlos Blat não conseguiu provar suas acusações.

Vemos, desta forma, que a cooperativa sofre ataques de pessoas que insistem em fazer
uso político-eleitoral do caso.

A Bancoop – Cooperativa Habitacional dos Cooperados de São Paulo foi criada por
membros do sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região que, em meados
da década de 90, perceberam a alta demanda por moradia e as dificuldades que o
trabalhador encontrava para realizar o sonho da casa própria. A BANCOOP realizou o
sonho da casa própria de milhares de trabalhadores de São Paulo. Até o momento são
5697 unidades entregues aos cooperados, o que representa mais de 80% dos cooperados
que fizeram adesão a unidades da cooperativa.

Seja em ano de eleição ou não, a BANCOOP continua a trabalhar pela resolução
dos problemas de seus cooperados, por meio de acordos, negociações, diálogos e
mecanismos que garantem a transparência de sua gestão.

Quem mesmo usa a política como muleta no “caso BANCOOP”?

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