Liberty Boulevard: Propaganda para advogado

Posted on 18 de junho de 2012

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A atuação do grupelho no empreendimento do Liberty Boulevard é de assustar. Além da costumeira forma de justificar as posições que defendem, usando argumentos inverídicos, é notável que além de atrapalhar as negociações, o grupelho quer garantir trabalho aos advogados que ganham com as causas abertas contra a BANCOOP.

Pontos que merecem destaque no e-mail que fora encaminhado aos cooperados:

  • “Segundo: Pleiteie sua escritura judicialmente e o cumprimento de seu contrato.
    use advogado alinhado com o MPSP e Desembargadores” (Mesmo após o acordo ter sido aprovado pelos cooperados e homologado pelo TJ, é feita a orientação de que se deve procurar advogado. Fazem isso porque perderam na votação das assembleias da associação.)
  • O Dr Waldir Ramos compartilha da opinião do MPSP e da 10° câmara de Desembargadores:” (Veja que indicam até o nome do advogado a que se deve recorrer. Devem receber comissão.)”

Grupelho tentou inviabilizar acordo, mas foi derrotado pela associação de cooperados

As mentiras que eles insistem em dizer

“De regra, essas transferências de empreendimento envolvendo Comissão de Obras e a OAS e BANCOOP, são cercadas de obscuridades, tanto assim que a “assembléia que aprovou a transferência” contou com pouco mais de 5 pessoas, sendo a maior parte do empreendimento excluída desta decisão. Os adquirentes em sua maioria não foram convocados. A homologação junto ao Poder Judiciário foi realizada de forma transversa, e por ferir princípios básicos de transparência e legitimidade, é passível de questionamento futuro.”

A verdade sobre a aprovação do acordo

A Assembleia Seccional do Liberty Boulevard realizada em 25 de julho de 2011 formalizou o acordo que trouxe solução definitiva ao empreendimento. Foram 86 cooperados que juntos decidiram transferir a conclusão das obras para uma construtora. Anteriormente (09/07), a maioria que compõe a associação dos cooperados, já havia votado pelo acordo. Este foi o oitavo empreendimento da BANCOOP a optar pelo acordo com a cooperativa seguindo os moldes propostos pelo Acordo Judicial com o Ministério Público. Após aprovação do acordo feita em duas Assembleias (uma da associação de cooperados e outra da Seccional da BANCOOP), o Tribunal de Justiça homologou o acordo de transferência para a construtora OAS, em outubro de 2011.

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