TJ de SP esculacha jornal O Estado de São Paulo

Posted on 27 de abril de 2012

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Não bastou o jornal o “Estadão” ter sido desmentido e desmoralizado depois de tentar inventar a “Operação Abafa”. Hoje o Tribunal de Justiça de São Paulo publicou uma nota de esclarecimento a respeito da edição impressa do jornal, que relaciona o nome de juízes e desembargadores que receberiam verba extra sem a devida apuração do Órgão Especial.

O jornal publicou a matéria “TJ-SP deu R$7 milhões de verba extra a 41 magistrados”, o título por si só dá a impressão de que as remunerações relacionadas no texto são indevidas e que os valores são excessivos. A nota de esclarecimento do TJ de São Paulo é muita clara: pede respeito e ética profissional ao jornalismo praticado pelo “Estadão” e explica que a publicação foi feita com base em informações parciais, causando exposição, julgamento precipitado e danos a imagens dos nomes informados. Diz que a Presidência do Tribunal determinou a exclusão da liminar do procedimento de apuração feita pelo Órgão Especial para avaliar a situação concreta “dos magistrados que comprovadamente padecem de gravíssimas enfermidades e necessitam de verbas para intervenções cirúrgicas e tratamento médico”.

Fausto Macedo, autor de decisões judiciais

Fausto Macedo é o jornalista que escreveu a matéria publicada pelo “Estadão”. É ele também o autor de diversas matérias caluniosas feitas à BANCOOP e seus dirigentes. A última delas transformava a validação do acordo judicial da Bancoop feita pelo JT em condenação de João Vaccari Neto, que nem teve o nome citado na decisão da justiça. Fausto Macedo ainda foi mais longe – usou o fato de Vaccari Neto ser tesoureiro nacional do PT para afirmar que a campanha de Fernando Haddad à prefeitura de São Paulo estava ameaçada conforme pela decisão da Justiça. Assim como aconteceu com a matéria de hoje, as falácias do jornalista foram desmontadas.

A que ponto a imprensa chegou…

“Exorta meios de comunicação a não exporem indevidamente fatos em apuração que possam conduzir ao descrédito social de pessoas dignas e honradas” – É assim que a nota de esclarecimento proferida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo é finalizada.

O inquérito que apura supostas irregularidades na Bancoop corre em segredo de Justiça. Entretanto, veículos de comunicação como a revista Veja e o jornal o Estadão, fizeram a publicação de matérias baseadas em fatos que não foram apurados e, em acusações que sequer eram denúncias formalizadas junto à Justiça, cerceando então, João Vaccari Neto e dirigentes da cooperativa ao direito de defesa.

Eles não querem formar opinião ou cidadãos. Querem apenas formar audiência, nem que para isso percam a ética profissional.

 

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