Colina Park – cooperados aprovam mais um acordo

Posted on 5 de abril de 2012

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Nas publicações anteriores desmentimos os boatos criados pelo grupelho sobre os empreendimentos Saint Phellip e Casa Verde. Vimos que os cooperados preferem fazer acordo com a BANCOOP a recorrer às vias judiciais. No caso do Saint Phellip, o grupelho chegou ao extremo de “desconsiderar” a decisão da Justiça. O Colina Park é um dos empreendimentos da BANCOOP cujo acordo foi aprovado pelos cooperados. Checamos e vimos que o grupelho mais uma vez distorceu as informações e incitou os cooperados a mover ações que não irão resultar em nada.

Cooperados aprovaram acordo para finalização das obras

O acordo firmado entre comissão de cooperados, a BANCOOP e a construtora OAS, foi aprovado pelos cooperados em uma assembleia realizada pela própria associação criada por eles no Condomínio Colina Park. Eles optaram pela transferência da obra para uma construtora. A decisão foi fruto de duas assembleias realizadas em setembro e outubro do ano passado (2011). Em fevereiro deste ano começaram a assinar a adesão individual ao acordo, regularizando assim, suas situações com a cooperativa e a conclusão das obras. Mas, mais do que isso, dando seu aval pessoal ao acordo. Para ser ter ideia, 27 cooperados do empreendimento Colina Park compareceram ao plantão que foi realizado no dia 4 de fevereiro para assinarem ao acordo, permitindo assim que a construtora dê continuidade à conclusão das obras e assuma a responsabilidade pelo empreendimento.

A versão do grupelho

Como é de costume, o grupelho possui outra versão dos fatos. O problema é que a versão apresentada pelo grupelho nunca é verdadeira e eles jamais mencionam que são minoria dentre os cooperados e que a associação criada por eles mesmos aprova o acordo ou que eles perdem (afinal são grupelho) na assembleia dos próprios cooperados.

No dia 4 de fevereiro muitos cooperados da BANCOOP já tinham assinado o termo de adesão individual do acordo, mas o grupelho, bem atrasado, enviou mais um daqueles e-mails que têm o claro objetivo de gerar emprego e renda para advogados e comissão para quem consegue manter a controvérsia e levar “clientes” para eles. Trata-se de um e-mail “convite” que conta com a presença de muitos advogados e até de um promotor que não identificam (mas todo mundo sabe quem é). Deixam claro que cooperados que querem fazer acordo com a BANCOOP não são bem-vindos e que existe uma lista que “libera” a entrada apenas daqueles que são contra os acordos (se não iam perder a votação até nesta reunião).

Veja um dos trechos do texto que foi encaminhado no dia 9 de fevereiro aos cooperados:

“Advogados comentarão com o promotor dados sobre o caso, e
a tentativa de transferir para CONSTRUTORAS a construção dos
inacabados da Bancoop,

Que fique claro: Não existe “TENTATIVA” de transferir a conclusão das obras para a construtora. Eles distorcem a informação. A transferência foi aprovada pela maioria durante a realização de assembleia da própria associação de cooperados, sem interferência alguma da Bancoop, mas eles parecem não admitir. Como sempre, querem invalidar a decisão da maioria. No trecho a seguir, há uma clara intimidação:

“saiba que: não adianta grupos aprovarem a entrada de construtora ,
já que NINGUEM PODE SER FORÇADO A ACEITAR POR DECISAO
DE ASSEMBLÉIA”

Aqui eles admitem que grupos (assembleias formadas por cooperados deste e de outros empreendimentos), aprovaram a transferência da obra para construtora, porém, tentam invalidar a decisão da maioria. É um absurdo usar o termo “ninguém pode ser forçado”, quando, na verdade, a decisão é dos próprios cooperados e é apenas um grupelho que não concorda com a decisão da maioria e tenta agitar e entra com ação pedindo anulação da decisão da maioria, que aprovou os termos do acordo. Não passa de um grupelho que é contra a maioria dos cooperados.

Todos sabem que a BANCOOP sempre está à disposição de seus cooperados para fazer acordo ou negociação, e que a constante realização de assembleias, e o estímulo dado para a criação dos Conselhos Fiscais, mostram que a BANCOOP respeita seus cooperados.

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