Serra candidato é sinônimo de baixaria na campanha eleitoral

Posted on 8 de março de 2012

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Neste ano teremos eleições municipais, vamos escolher os prefeitos e vereadores das diversas cidades do Brasil. Oficialmente, a campanha eleitoral e veiculação de propaganda política poderão ser feitas conforme determina a lei, no mês de julho. Entretanto, vários partidos políticos já estão com seus bastidores altamente movimentados e as ações de pré-campanha estão a todo vapor. São Paulo, uma das principais capitais do Brasil, já é palco dos espetáculos da calúnia e difamação. Já começaram a tentar ludibriar o eleitor.

SERRA – Faça o que eu digo. Não faça o que eu faço

O discurso de Serra não condiz com suas atitudes. O tucano esquece que quando deu sua palavra e assinou documentos dizendo que cumpriria até o fim os mandatos para os quais foi eleito, ele firmou um compromisso com o povo que o elegeu.

Dias atrás, Serra havia dito que participaria das prévias que vão definir o candidato à prefeito pelo PSDB. Hoje são fortes os rumores de que SERRA age pelos bastidores de forma a impedir que sejam realizadas as prévias. O medo de Serra faz sentido. Ele tem consciência de que a o resultado da votação das prévias pode causar pelo menos constrangimento, senão uma derrota. A votação expressiva dos concorrentes serviria apenas para confirmar o desgaste do futuro candidato à prefeito dentro do partido.

Pré-campanha começa com baixaria

José Serra já mostrou que vem com tudo nestas eleições. Bastou apenas, que fosse veiculada, a possibilidade de Ricardo Berzoini coordenar a campanha de Fernando Haddad, para que o exército virtual de cabos eleitorais do PSDB entrassem em ação.

Juventude tucana

Um dos líderes do movimento é Paulo Mathias, presidente da Juventude do PSDB de São Paulo. O jovem tucano ocupa cargo comissionado (indicação política) no governo do Estado de São Paulo, na secretaria de Educação. O que chama atenção é o aparelhamento de cargos comissionados em São Paulo e em Minas Gerais, nítido entre os membros da JPSBD e  A Turma do Chapéu. Desde cedo, mostram como favorecer militantes do partido e como usar a máquina para promover as gestões tucanas. Tempos atrás, Paulo Mathias havia brigado com José SERRA. Quer dizer, SERRA brigou com Paulo porque em uma publicação feita pela Juventude do partido, com 94 exemplares, seu nome não foi citado. Revoltado, o prefeiturável chamou os jovens de “um bando de pelegos”.

A vítima da vez é o deputado federal Ricardo Berzoini. Já começaram a associar Ricardo à BANCOOP de forma mentirosa. 

Requentando o caso de dois em dois anos

 Mais uma vez, ao falar da cooperativa, fica claro que novamente farão uso político do caso. A justificativa que apresentam é a mesma já utilizada: fazer qualquer correlação de qualquer pessoa que seja do PT com a cooperativa. Em 2012 o escolhido é Ricardo Berzoini, que atualmente é deputado federal. Berzoini foi presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, e, um dos fundadores da BANCOOP no ano de 1996. A escolha do novo alvo é baseada na possibilidade do deputado coordenar a campanha de Fernando Haddad para a prefeitura de São Paulo. Novamente o maior beneficiado e interessado é o candidato José Serra (PSDB).

A verdade omitida 

Berzoini informou que “Nunca houve qualquer relacionamento financeiro do PT com a BANCOOP”. Desconsideram apenas que o deputado se desligou da cooperativa ainda em 2002 que a BANCOOP é uma entidade apartidária que beneficiou mais de 5 mil trabalhadores com o acesso à casa própria.

A pergunta que não quer calar – O caso é “investigado” desde 2005, e, existe acordo firmado entre a BANCOOP e o MP para que sejam resolvidas as pendências.  Se Ricardo Berzoini e João Vaccari Neto são culpados porque ainda não conseguiram UMA prova que os incriminem?

Mais do mesmo

Os ataques já começaram. O caminho é um velho conhecido – A Veja requenta, os pseudo blogueiros e colunistas (Josias, Reinaldo Azevedo e Noblat), repercutem, a Rede Globo comenta e os tucanos por fim, usam tudo isso para compor a baixa campanha eleitoral de José Serra.

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