Imóvel da BANCOOP: um negócio lucrativo

Posted on 9 de janeiro de 2012

0



Nos primeiros dias do ano tem se falado muito sobre a questão imobiliária do país. Depois do “boom imobiliário”, agora é a vez da escassez de imóveis disponíveis para locação e do alto valor cobrado nos aluguéis, mais especificamente na cidade de São Paulo.

O jornal O Estado de São Paulo, em matéria publicada nesta segunda-feira (09), mostra que a taxa de vacância (imóveis disponíveis X volume existente) apresenta o menor nível dos últimos dez anos. Segundo Roberto Peroni, Presidente da Cyrella Commercial Properties, “a taxa de vacância atingiu recorde de baixa em todos os setores”. Os efeitos são sentidos até mesmo pelos supermercados e shoppings centers. Com a falta de imóveis disponíveis para locação, o efeito mais sentido é a alta de preços nos aluguéis – Em SP, o preço médio mais elevado do metro quadrado de escritórios classe A é de R$146,3 na Avenida Faria Lima.

Vejamos os números da alta de preços aqui em São Paulo:

  • Imóveis residenciais com um ou dois dormitórios: Aumento de 20% nos novos contratos fechados. Aqui, a taxa de vacância em 10%, é considerada baixa, o normal é oscilar entre 15% e 20%.
  • Imóveis comerciais: Novos contratos fechados com reajuste de 30%, valor que supera a inflação que fechou em 6,5% no ano de 2011 de acordo com o IPCA.

Segundo o consultor de locação do Sindicato de Habitação (SECOVI), Cícero Yagi, a demanda de imóveis para alugar deve ser aliviada neste ano com a oferta prevista para a entrega de 300 a 400 mil novos metros quadrados em SP. No setor residencial, segundo o consultor, o aumento da oferta não será suficiente para conter os aluguéis no curto prazo.

Oportunidades poderiam ser ainda melhores

A BANCOOP – Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo promoveu a entrega de mais de 5 mil moradias aos trabalhadores de nosso estado. Existe uma considerável parcela de cooperados que fez a aquisição de mais de um imóvel. Vemos então, que quem adquiriu seu imóvel a preço de custo por meio da BANCOOP fez um excelente e lucrativo negócio. A possível lucratividade fica ainda mais evidente no cenário atual, onde a taxa de vacância está abaixo do normal e, ainda mais quando se leva em conta que a valorização dos imóveis entregues pela BANCOOP é superior aos demais, que são construídos por incorporadoras que visam lucratividade.

Infelizmente, nem todos os cooperados poderão usufruir deste momento do mercado imobiliário.

Existe um grupo de cooperados que aguarda a conclusão das obras de seus imóveis, muitos destes cooperados além de já terem efetuado acordo, já efetuaram pagamento de seus débitos. Para se prosseguir com as obras, é essencial que um grupo minoritário de cooperados que já reside em seus imóveis, efetue acordo com a BANCOOP e pague o valor do rateio final, verificado na apuração final de custos (base em documentos comprobatórios das receitas e despesas) e confirmado por meio de perícia judicial. Em suma, mesmo ciente que existe diferença entre o valor estimado e o valor gasto, e sabedor de que se trata de obra construída pelo sistema de preço de custo, tem cooperado que infelizmente se nega a pagar o que deve. Outro fator, é que algumas soluções do MP não trazem resultados aos cooperados, já que servem de entrave para as soluções já estruturadas durante a gestão de João Vaccari Neto.

A BANCOOP além de dispor de propostas específicas para cada empreendimento e oferecer opções parceladas de pagamento, disponibiliza aos seus cooperados, mecanismos que facilitam o diálogo e fechamento de acordos, visando assim, a solução coletiva tão almejada no sistema cooperativista.

Anúncios