Um pecado capital tipicamente TUCANO: AVAREZA

Posted on 13 de dezembro de 2011

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Por aqui, temos falado aos poucos sobre um dos factoides criados pelo PSDB em tempos de eleição: O Caso BANCOOP. Para que todos tenham total compreensão de uma das maiores farsas e espetáculos midiáticos dos tucanos, é necessário entender o funcionamento do cooperativismo.  Mas, para que isso ocorra, nós vamos COOPERAR! Explicaremos, porque aqui, pois a intenção é a verdade e não a promoção da desinformação.

Campanha do dia do cooperativismo veiculada pela Unimed

Cooperativismo vem da palavra cooperação, é uma doutrina cultural e socioeconômica que consagra os princípios fundamentais da liberdade humana. Apoia-se na educação e participação permanente. Surgiu na mesma época do sindicalismo e do comunismo, na Europa, no século XIX, em meio a revolução industrial, como forma de organização social para resolução de problemas econômicos, mas com objetivos distintos. Foi no ano de 1847 que o cooperativismo surgiu oficialmente no Brasil.

As cooperativas são como associações autônomas, constituídas por pessoas que se unem voluntariamente, por possuírem os mesmos objetivos, necessidades econômicas, culturais ou sociais. Para que os cooperados atinjam seus objetivos, eles devem contribuir com recursos financeiros ou serviços de forma igualitária, além de juntos, tomar decisões que visem soluções coletivas. É como se fosse um “Um por todos e todos por um”.

No cooperativismo habitacional todos visam ter a casa própria a preço de custo.  Os cooperados se unem, escolhem o terreno, formulam o projeto, fazem o orçamento, e, durante todo o processo de construção, tomam coletivamente as decisões necessárias para a entrega das unidades. Inicialmente, existe uma estimativa de custo.  Nas assembleias que vão ocorrendo ao longo da construção, os cooperados verificam se os valores arrecadados são suficientes para quitar as despesas do mês e verificam outras questões pertinentes. O fechamento das contas se dá ao final da obra, onde apura-se valor total do empreendimento. O cálculo é feito com base no valor do terreno, da construção e da documentação. Se o valor gasto for mais do que o arrecadado, os cooperados devem pagar a diferença, da mesma forma, se o valor arrecadado for superior ao que se gastou, os cooperados são reembolsados. Este processo é também conhecido como RATEIO FINAL, prática prevista no artigo 80 da Lei do Cooperativismo. Todo cooperado têm conhecimento de sua existência, já que ele é detalhado no termo de adesão que assinam para tornarem-se cooperados.

 A BANCOOP, ou, Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo, como o próprio nome diz, é do ramo habitacional, e, é regida pela Lei do Cooperativismo (Lei 5.764/71). Ao longo dos seus mais de 15 anos, entregou mais de cinco mil moradias a preço de custo, ou seja, com um valor muito menor que o de mercado. Existe um número considerável de cooperados que adquiriram mais de um imóvel porque se viram beneficiados com a valorização do primeiro.

A BANCOOP tem realizado acordos com os cooperados que aguardam a entrega de unidades, são várias as propostas e opções de pagamento. A BANCOOP já fez acordo com cooperados de oito empreendimentos, e, os mesmos saíram muito satisfeitos com as propostas da cooperativa. São vários canais de acesso colocados à disposição dos cooperados para a busca das melhores soluções.

Bíblia do AVARENTO

Como já é sabido, infelizmente, existe um pequeno grupo de cooperados que se recusa a efetuar o pagamento da cobrança do rateio. Essa falta de honradez com os compromissos prejudica os outros cooperados que estão em dia com suas obrigações e aguardam a entrega de seu imóvel. Não sabemos se podem ser chamados de COOPERADOS. São na verdade especuladores imobiliários que querem tirar vantagem a qualquer custo da situação. Este  “grupo de vítimas” ( os avarentos deram este nome a si mesmos numa tentativa causar comoção) comete insistentemente  o pecado capital da AVAREZA. Muitos deles já moram em seus imóveis que por sinal tiveram uma bela valorização. Eles possuem uma espécie de adoração pelo promotor José Carlos Blat (aquele que faz falas inflamadas, vazias e fantasiosas) e parecem ignorar que a intervenção da cooperativa prejudicaria cerca de 90% dos cooperados. Fica óbvio que querem apenas deixar de pagar o que devem.

Ficam algumas perguntas:

  1. Porque uma fatia de cooperados possui mais de um imóvel?
  2. Porque ninguém fala que os valores contestados (rateio final) passaram por perícia judicial e que os laudos concluídos foram favoráveis a BANCOOP?
  3. Quem é na realidade essa minoria e quais as reais razões para tentarem custo prejudicar o andamento da entrega das unidades?
  4. Seriam motivados pela avareza de usufruir do imóvel sem pagar por sua totalidade ou seriam apenas massa de manobra de outro grupo que age conforme interesses políticos-pessoais?
  5. Você já comprou o livro PRIVATARIA TUCANA?

AVAREZA, segundo o wikipedia

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